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Viagens-pelo-Mundo

3/10/2015

VIAGEM À CHINA

CHINA


Mapa da China - China Map


Mapa a China - China Map
CHINA
CAPITAL - PEQUIM (BEIJING)
ÁREA - 9.500.000 KMS. QUADRADOS
POPULAÇÃO - 1 BILIÃO E
300 MILHÕESDE HABITANTES
LÍNGUA OFICIAL - MANDARIM
MOEDA - YUAN
DISTÂNCIA LISBOA - PEQUIM - 9700 KMS.
DISTÂNCIA HONG KONG - LISBOA - 11.150 KMS.

PEQUIM



Em Pequim, no Templo de Confúcio
In Pequing, in the Confucius Temple


Em Pequim. na Praça Tiananmen
In Pequing, in the Tiananmen Square


Em Pequim, na Cidade Proibida
In Pequing, in the Forbiden City


Em Pequim, no Palácio de Verão
In Pequing, in the Summer Palace


No Palácio de Verão - In the Summer Palace


Em Pequim, no Templo do Céu
In Pequing, in the Temple of the Sky

Na Grande Muralha da China
In the Great Wall of China

Na Grande Muralha da China
In the Great Wall of China


XIAN




Em Xian, no Pagode do Ganso Selvagem
In Xian, in the Wild Goose Pagode

Em Xian. no Museu dos
Gerreiros de Terrcota
In Xian, in the Museum of the
Terra Cotta Warriors

Em Xian - In Xian


Em Xian - In Xian


XANGAI




Em Xangai, no bairro antigo
In Xangai, in the old quarter


Em Xangai, no bairro antigo
In Xangai, in the old quarter

GUILIN



Em Guilin, num cruzeiro no Rio Li,
com o Júlio e com o Júnior
In Guilin, in a cruise in the River Li
with Júlio and Júnior

Em Gulin, n coloina da tromba do elefante
In Guilin, in the hill of the elephant trunk

Em Guilin, com o Júnior
In Guilin, with Júnior

Em Guilin - In Guilin

Em Guilin - In Guilin



CANTÃO




Em Cantão - In Canton


Em Cantão - In Canton



HONG KONG



Em Hong Kong - In Hong Kong


Em Hong Kong - In Hong Komg


Em Hong Kong - In Hong Kong


Em Hong Kong - In Hong Kong
Em Hong Kong - In Hong Kong




UMA VIAGEM MARAVILHOSA
À NOVA CHINA
DO CAPITALISMO E DO PROGRESSO

Quando decidimos visitar a China nós não pensávamos que pudesse haver, por exemplo, turismo sexual, embora encapotado, na China. É que a China de Mao Tsé-Tung, da revolução cultural e do massacre de Tiananmen não nos parecia um país compatível com a liberdade sexual que é uma característica fundamental dos países livres do mundo.
Mas essa China rígida, fechada, severa e ditatorial que levávamos na cabeça já não existe. A China que nós visitámos é uma nação que abandonou há alguns anos o modelo falhado e ancilosado do marxismo, na sua versão maoista, e que caminha, embora lentamente, para a democracia. Hoje os chineses mais ricos podem comprar carros e andares de luxo, podem optar por universidades e por hospitais privados e podem deslocar-se livremente no país ou saírem para o estrangeiro.
Quanto ao mundo do trabalho, a máxima marxista de salário igual para trabalho igual já não se aplica na China. Os trabalhadores são remunerados segundo as suas qualificações. Um bom executivo pode ganhar cinquenta vezes mais do que um trabalhador normal. Isto quer dizer que os altos salários e a ostentação da riqueza já não são sinais negativos, importados do imperialismo e do capitalismo, pois a China assume-se hoje como um país de economia de mercado.
É certo que o mausoléu de Mao Tsé-Tung ainda ocupa um lugar destacado na Praça Tiananmen e continua inclusivamente a ser visitado por milhares de pessoas. É certo também que a maior parte do dinheiro em papel que circula na China traz a efígie do fundador da república popular. Mas isto é apenas folclore. A China de hoje nada tem a ver com a China de um passado recente.
Mas debrucemo-nos sobre Pequim, a primeira cidade onde estivemos e onde visitámos um dos maiores, dos mais belos e dos mais perfeitos complexos urbanísticos do mundo, a Cidade Proibida, hoje transformada em museu. E também percorremos o imponente e monumental espaço da Praça Tiananmen, a maior praça do mundo. E também passeámos a pé e de barco pelas áleas frondosas e pelo refrescante lago do Palácio de Verão dos imperadores de antanho. E ainda visitámos a Grande Muralha da China, num troço que fica a setenta quilómetros de Pequim.
A seguir visitámos Xian, antiga capital da China, com umas imponentes muralhas e com uma espantosa biblioteca, cuja parte exterior tem a forma de um livro aberto. É muito perto desta cidade que se encontra o belíssimo Pagode do Ganso Selvagem e também o celebérrimo Museu dos Guerreiros de Terracota, constituído por centenas de esculturas em tamanho natural, em que não há dois guerreiros com rostos iguais, num conjunto realmente espectacular. Estes guerreiros de terracota, mais aqueles guerreiros vivos que eram mortos e enterrados aquando do falecimento do imperador, destinavam-se a defender o túmulo imperial dos ataques dos inimigos.
A Xian seguiu-se Xangai, uma descomunal cidade que na sua parte moderna lembra Nova Iorque e que tem mesmo ruas na sua down town que são um festival de luz à noite e que portanto evocam instintivamente a Broadway. Mas quando penetramos no Bairro Antigo de Xangai temos a sensação de recuar no tempo e de chegar à Xangai dos filmes antigos filmados na grande metrópole chinesa.
É como se de repente saíssemos da grande cidade do presente e transpuséssemos os umbrais do oriente mais profundo. Com as suas ruas estreitas, com os seus prédios de cornijas salientes polvilhando as ruas com os seus tons vermelhos e acastanhados, e com um jardim tipicamente chinês no seu interior, o Bairro Antigo de Xangai é muito belo porque é totalmente oriental.
A seguir a Xangai visitámos Guilin. Guilin é uma cidade pequena, com seiscentos mil habitantes, mas é uma cidade muito simpática e muito bonita. Tem um rio maravilhoso, o Rio Li, e tem colinas lindíssimas a pontuarem a paisagem. É a cidade verde da China, pois as colinas que a rodeiam são todas verdejantes. É um paraíso para os ambientalistas e também para os turistas, pois as pessoas são muito amáveis e o cruzeiro no Rio Li é um cruzeiro fabuloso.
De Guilin voámos para Cantão (Guangzhou em mandarim), uma cidade enorme com cerca de dez milhões de habitantes. Cantão é uma cidade muito importante, tanto no aspecto económico como no aspecto cultural. No que a este último aspecto concerne, cumpre salientar que foi desta cidade e da sua região que irradiou a segunda língua mais falada na China, o cantonês. Esta língua é tão importante que a capital da China é mais conhecida no estrangeiro pelo seu nome em cantonês (Pequim) do que pelo seu nome em mandarim (Beijing). Resta esclarecer que o mandarim é a língua oficial chinesa.
A última cidade que visitámos foi Hong Kong, uma belíssima cidade, espalhada por inúmeras ilhas, qual Nova Iorque do oriente, regurgitando de luz, de cor e de movimento. É certo que Hong Kong não é uma cidade tão exótica como são outras cidades chinesas. 0s ingleses saíram de lá há pouco tempo e ainda se nota que lá estiveram.
Aliás, regista-se uma forte influência do ocidente no que concerne à arquitectura e ao urbanismo, com a presença dos melhores arquitectos ocidentais. E daí advém uma fascinante panóplia de edifícios ultramodernos, entre os quais cumpre destacar Banco da China, do arquitecto sino-americano J. M. Pei, e o edifício HSBC, do grande arquitecto Norman Foster, que dão a Hong Kong um perfil urbanístico muito peculiar.
É que em Hong Kong o estilo ultramoderno dos grandes arranha-céus convive sem atritos com as casas do velho estilo colonial e ainda com os belíssimos pagodes chineses, tão característicos desta grande nação. Com efeito, os mosteiros chineses, com as suas estátuas de Buda e com os verdejantes e refrescantes jardins à sua volta, são outros dos atractivos desta grande cidade. E nós gostámos especialmente do belo pagode que é o mosteiro de Po Lin, na ilha de Lantau, e da gigantesca estátua de Buda, que fica mesmo em frente do mosteiro e à qual se chega subindo 260 degraus.
O imponente Buda de vinte e tal metros de altura está sentado numa enorme flor de lótus, que é o símbolo budista da pureza. Este majestoso conjunto escultórico é de certo modo uma imagem da nova China que viemos descobrir na nossa viagem, a nova China do grande turismo, das grandes cidades, do capitalismo, do progresso, da tolerância e da abertura à democracia.


TEXTO EM INGLÊSA WONDERFUL TRIP
TO THE NEW CHINA
OF CAPITALISM AND PROGRESS

When we decided to visit China we didn’t think that there was, for example, sexual tourism, although under cover, in China. Because we didn’t think that the China of Mao Tsé-Tung, of Cultural Revolution and of the massacre of Tiananmen, could be compatible with the sexual freedom that is a characteristic from the free countries of the world.
But that strict, closed, severe and dictatorial China that we had in mind, no longer exists. The China that we visited it’s a nation that left several years ago the failed model of Marxism in its Maoist version, and walks, though slowly, to democracy. Nowadays the richer Chinese can buy cars and luxury houses, they can go to private universities and hospitals, and they can freely move around the country, or go out of it.
In work world, the Marxism maxim of equal salary to equal work does not applies to China anymore. A good executive worker can receive fifty times more than a regular worker. This means that the high salaries and the richness ostentation are no longer negative signs imported from imperialism and capitalism, because China assumes itself as an economy market country.
It’s true that the mausoleum of Mao Tsé-Tung still occupies an outstanding place in the Tiananmen Square and it keeps being visited for million of people. It’s also true that the main part of the money that circulates in China brings the effigy of the founder of the popular republic. But this is just show of. Nowadays China has nothing to do with the China from a recent past.
But let’s talk about Peking, the first city where we were and where we visited one of the biggest, the beautifier and one of the more perfect town planning complex of the world, the Forbidden City, today turned into a museum. We were on the monumental Tiananmen Square, the biggest square in the world, we went for a walk on the lake of the summer palace of the emperors, and we also visited the Great Wall of China in a piece seventy kilometres far from Peking.
Next we visited Xian, the old capital of China, with some impressing walls and an amazing library that has the shape of an open book on the outside. It’s near to this city that we can find the beautiful Wild Goose Pagoda and also the so well known museum of Terra Cotta Warriors, that has hundreds of sculptures in natural size, where every warrior has a different face. These terracotta warriors plus those that were buried when the emperor died were intended for the defence of the imperial tomb from the enemies.
To Xian followed Shangai, an enormous city that on its modern part looks like New York, and has also streets on the downtown that at night are full of light like Broadway. But when we enter in the Old Quarter of Shangai, we have the felling of going back in time until Shangai of the old movies.
It’s like suddenly we left the big city of the present and went to the deepest orient, with narrow streets and buildings in red and brown, and with a typical Chinese garden on the inside. The old Shangai neighbourhood is very beautiful because is completely oriental.
Next to Shangai we visited Guilin. Guilin is a small city with six hundred and thousand inhabitants, but it’s a very nice and beautiful city. It has a wonderful river, river Li, and gorgeous hills. It’s Chinas green city, because the hills are all green. It’s a paradise for the environmentalists and for the tourists, because everyone is very nice, and the cruise in river Li is fabulous.
From Guilin we flied to Canton (Guangzhou in mandarin), a giant city with nearly ten million inhabitants. Canton is a very important city as economically as cultural. It was from this city that cantonese, the second most spoken language, spread. This language is so important that China’s capital is better knowned in cantonese (Peking) than in mandarin (Beijing), the official language.
The last city we visited was Hong Kong, a stunning city spread by several islands with lots of colour, shine and movement. However, Hong Kong is not as exotic as the others Chinese cities, because we can notice the influence that the British people left there. We can see a strong east influence at several levels, and with the presence of the most knowned architects that we can see in seldom buildings, such as China bank, from the architect J. M. Pei, and the HSBC building by Norman Foster.
In Hong Kong the ultramodern stile of the big skyscrapers does not interfere with the houses of the old colonial stile and with the gorgeous Chinese pagodas, so typical of this big nation. The Chinese monasteries with their Buda statues and fresh and green gardens around them are all part of this city attractive. The ones we liked the most were the monastery of Po Lin, in Lantau Island, and the giant statue of Buda that is placed in front of the monastery and that we can reach by going up 260 steps.
This magnificent Buda with more than 20 meters high is seated on a big lotus flower which is the Buddhist symbol for purity. This big sculpture is some how an image of the new China we found in our journey, the new China of the big tourism, the big cities, of capitalism, of progress, of tolerance and of democracy.

DATA DA VIAGEM - JULHO DE 2004

10 Comments:

At janeiro 02, 2007, Anonymous Anónimo said...

pôxa, seu Antônio, o senhor está de parabéns por esse verdadeiro serviço prestado à difusão do conhecimento cultural.
Eu estava fuçando na internet pra descobrir se, afinal de contas, "Pequim" e "Beijing" eram ou não a mesma cidade.
É que sou estudante de língua inglesa, e a gente vive com esses conflitos, pois constantemente os nomes das cidades diferem entre os idiomas, mas o bacana mesmo é saber como são chamadas em Inglês, lingua que o mundo usa, não é mesmo?
Além de agradecer, queria te perguntar se "Genebra", na Suíça, é a mesma que nós chamamos de "Geneva", em Inglês.

Obrigado e um abraço!
Raul

 
At maio 28, 2007, Anonymous Carlos Alberto Julio Junior said...

Caro amigo Rochinha,

Você está de Parabéns pelo Blog, qualquer pessoa fascinada por viagens passará certemente muitas horas no seu Blog, com um conteúdo e fotos maravilhosas.

Aproveito para agradecer pelos bons momentos juntos na viagem pela China, ela com certeza não teria sido tão divertida sem a sua presença.

Você é uma pessoa que tenho muita admiração, super diposta, como dizemos aqui no Brasil, com muito "pique" ou também "topa-tudo" e acima de tudo, transborda felicidade.

Parabéns, sucesso e tudo de bom pra você.

Um forte abraço,

Junior

 
At maio 29, 2007, Blogger António Rocha said...

Ao Raul
Para o Raul

Muito obrigado pelas seus elogios.
Respodendo agora à sua pergunta, eu suponho que Geneva é a traduçao em inglês da palavra Genebra.

Um abraço do

Roha

 
At maio 30, 2007, Blogger António Rocha said...

Meu caro amigo Júnior

Já ontem lhe escrevi uma mensagem na zona dos visitantes do meu blogue. Sabe bem recordar a viagem à China e amizada que estabeleci consigo e com o seu pai. Vejo que vodê me considera um super disposto e um topa-tudo com muito pique. São expressões brasileiras de que gosto muito. Muito obrigado pelos seus elogios à minha pessoa e ao meu blogue. Também foi muito bom ter encontrado o seu pai em Portugal. O seu pai é uma pessoa de altíssimo níve, um empresário. um conferencista e um escriror cheio de sucesso. Também lhe desejo a si o mesmo sucesso do seu pai e uma vida cheia de felicidade e de prazer.
Um forte abraço do Rocha.

 
At fevereiro 14, 2011, Anonymous Anónimo said...

Boa tarde!
Estava a fazer uma pesquisa na Internet sobre a China, pois é um dos Países que me encantariam conhecer, e vim parar a este blog. Os meus parabéns! Lê-lo encheu-me de vontade de deixar tudo e ir conhecer esse fantástico Pais. O blog tem informações importantes para os visitantes, mas principalmente descreve de uma maneira tão bonita a viagem que transmite a alegria e a felicidade de uma viagem destas.
Muito obrigada!

 
At julho 11, 2011, Blogger prada said...

 
At julho 12, 2011, Blogger António Rocha said...

Anónimo disse...

pôxa, seu Antônio, o senhor está de parabéns por esse verdadeiro serviço prestado à difusão do conhecimento cultural.
Eu estava fuçando na internet pra descobrir se, afinal de contas, "Pequim" e "Beijing" eram ou não a mesma cidade.
É que sou estudante de língua inglesa, e a gente vive com esses conflitos, pois constantemente os nomes das cidades diferem entre os idiomas, mas o bacana mesmo é saber como são chamadas em Inglês, lingua que o mundo usa, não é mesmo?
Além de agradecer, queria te perguntar se "Genebra", na Suíça, é a mesma que nós chamamos de "Geneva", em Inglês.

Obrigado e um abraço!
Raul

Janeiro 02, 2007
Eliminar

 
At agosto 24, 2011, Anonymous Fabiana said...

Quanta viagem!!! Adorei suas fotos. Poderia me dizer que câmera é essa que você usou nessa viagem? As fotos ficaram lindas!!

 
At agosto 28, 2011, Blogger António Rocha said...

AMIGA FABIANA
NA ALTURA DA MINHA VIAGEM À CHINA USAVA UMA CÂMARA FUJI, MAS NAS MINHAS VIAGENS MAIS RECENTES TENHO UTILIZADO UMA SONY DIGITAL, QUE É BASTANTE MELHOR.
VOCÊ PODE VER IMAGENS DE TODAS AS MINHAS VIAGENS AO ORIENTE NUM LIVRO DA MINHA AUTORIA QUE VAI SAIR BREVEMENTE, O FASCÍNIO DO ORIENTE.
UM BEIJO E BOAS VIAGENS DO ROCHA.

 
At fevereiro 14, 2012, Anonymous Anónimo said...

Bom dia,

estou a pensar fazer uma viagem a China.
Pode-me dizer se concorda com este percurso?
Xian, vale a pena visitar?
Será que a distribuição do dias está bem feita?

- Lisboa
– Chegada Hong Kong (2 dias)
– Macau (2 dias)
– Guilin/ Yanshou (3 dias)
– Shangai(3 dias)
- Xian (1 dia)
- Pequin (3 dias)
- Lisboa

Muito obrigada.
Boas viagens.

Catarina

 

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