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Viagens-pelo-Mundo

1/27/2015

O LIVRO VIAGENS NO NOVO MUNDO JÁ SE ENCONTRA À VENDA NA FNAC

CAPA DO LIVRO


O LIVRO VIAGENS NO NOVO MUNDO JÁ SE ENCONTRA À VENDA NA FNAC

O LVRO VIAGENS NO NOVO MUNDO, DO AUTOR DESTE BLOGUE, ANTÓNIO ROCHA, JÁ SE ENCONTRA À VENDA NA FNAC E EM BREVE ESTARÁ À VENDA NAS LIVRARIAS E NOUTROS POSTOS DE VENDA, O LIVRO DESCREVE AS VIAGENS AO CONTINENTE AMERICANO DE ANTÓNIO ROCHA, QUE PERCORREU UMA VASTA ÁREA, INCLUINDO OS ESTADOS UNIDOS (3 VIAGENS), O MÉXICO (2 VIAGENS), AS CARAÍBAS (4 VIAGENS) E QUASE TODA A AMÉRICA DO SUL (1 LONGA VIAGEM) E O BRASIL 4 VIAGENS). O LIVRO CONTÉM TAMBÉM CURIOSIDADES SOBRE OS PAÍSES E AS CIDADES VISITADAS E TEM TAMBÉM 117 FOTOS, TODAS DEVIDAMENTE ENQUADRADAS E TODAS LEGENDADAS,

5/25/2014

CRUZEIROS NAS CARAÍBAS

NAS ILHAS

O BEIJO APAIXONADO DE UMA CUBANA,
EM HAVANA, NO LARGO DA CATEDRAL

NO GRAND ETANG NATIONAL PARK,
NA ILHA DE GRENADA, COM UMA
LINDA MENINA NEGRA GRENADINA

NA PRAIA DE SALINAS, NA MARTINICA,
COM VANESSA, UMA AMIGA VENEZUELANA

NA ILHA DE SAINT MAARTEN,
COM UMA FORMOSA MEXICANA


NOS NAVIOS

NO PIANO BAR DO OCEAN DREAM
COM UMA DRAG QUEEN

NA FESTA TROPICAL DO OCEAN DREAM
COM UMA BOMBA BRASILEIRA

NA FESTA TROPICAL DO PACIFIC DREAM
COM UM JOVEM CASAL BRASILEIRO

NO RESTAURANTE DO PACIFIC DREAM
COM DUAS BONITAS ALGARVIAS 


5/23/2014

VIAGEM À MALÁSIA, À NOVA ZELÂNDIA, À AUSTRÁLIA, À INDONÉSIA E À TAILÂNDIA

Mapa da Nova Zelândia - New Zealand map


Mapa da Austrália - Australia map


Mapa da Indonésia e Malásia
Indonesia and Malaysia map
CAPITAIS
MALÁSIA - KUALA LUMPUR
NOVA ZELÂNDIA - WELLINGTON
AUSTRÁLIA - SYDNEY
INDONÉSIA - JAKARTA
TAILÂNDIA - BANGKOK
MOEDAS
MALÁSIA - RINGIT
NOVA ZELÂNDIA - DÓLAR DA NOVA ZELÂNDIA
AUSTRÁLIA - DÓLAR AUSTRALIANO
INDONÉSIA - RUPIA
TAILÂNDIA - BAHT
VOO LISBOA - AUCKLAND - 27 HORAS
MALÁSIA
As Petronas Twin Towers,
em Kuala Lumpur, na Malásia
The Petronas Twin Towers,
in Kuala Lmpur, in Malaysia


Em Kuala Lumpur, no Palácio Real
In Kuala Lumpur, in the Royal Palace Em Kuala Lumpur - In Kuala Lumpur
NOVA ZELÂNDIAAUCKLAND
Na Nova Zelândia, no Museu de Auckland
In New Zealand, in the Auckland Museum Na torre de Auckland
In the Auckland Tower
AUSTRÁLIA
SYDNEY
No aquário de Sydney
In the Sydney aquarium No aquário de Sydney
In the Sydney aquarium No aquário de Sydney
In the Sydney aquarium


Na enseada de Sydney - In the Sydney Cove


Na enseada de Sydney - In the Sydney Cove


Na enseada de Sydney - In the Sydney Cove

Na enseada de Sydney - In the Sydney Cove


A cruise in Sydney - A cruise in Sydney


A Ópera de Sydney - The Sydney Opera Na torre de Sydney - In the Sydney tower

Na torre de Sydney - In the Sydney tower
CAIRNS


Na Austrália, em Cairns
In Australia, in Cairns Em Cairns - In Cairns


Em Cairns - In Cairns


No combóio para a Rainforest
In the train to the RainforestEm Cairns, na Rainforest
In Cairns, in the Rainforest Na Rainforest - In the Rainforest
INDONÉSIA
BALI

Em Bali, no Hotel Mercure Sanur
In Bali, in the Mercure Sanur Hotel Em Bali, mo Hotel Mercure Sanur
In Bali, in the Mercure Sanur Hotel Em Bali, em Denpasar
In Bali, in Denpasar
JAKARTA
Na Indonésia, em Jakarta
In Indonesia, in Jakarta Com a Torre de Jakarta
With the Jakarta Tower Na Torre de Jakarta
In the Jakarta TowerCom a Catedral de Jakarta
With the Jakarta Cathedral Em Jakarta - In Jakarta


Em Jakarta - In Jakarta


Em Jakarta - In Jakarta


Em Jakarta - Im Jakarta



UMA FABULOSA VIAGEM À MALÁSIA,
À NOVA ZELÂNDIA, À AUSTRÁLIA,
À INDONÉSIA E À TAILÂNDIA

Aproveitando o último período de férias do ano de 2005, fizemos a mais longa de todas as viagens que já empreendemos por esse mundo fora. Era nossa intenção ir a um país que se situa nos antípodas da Península Ibérica, a Nova Zelândia, que é precisamente o país que no hemisfério sul se posiciona a uma latitude com valores semelhantes aos nossos.
Em termos não científicos, isto significa que os habitantes da Nova Zelândia andam com o corpo precisamente ao contrário dos habitantes da Península Ibérica. Curiosamente, quando essas massas de terra do hemisfério sul começaram a ser vagamente conhecidas na Europa, pensava-se que os seus habitantes tinham os pés ao contrário; e este é aliás o significado etimológico do termo antípodas.
E nós fomos realmente a esse país que se situa nos antípodas de Portugal e da Espanha. A viagem entre Lisboa e Auckland tem a duração de 27 horas, só em horas de voo, independentemente das horas de espera nos aeroportos das eventuais escalas. Por isso mesmo, resolvemos fazer um stop-over em Kuala Lumpur, para conhecer a capital da Malásia e as suas Petronas Twin Towers, os dois edifícios mais altos do mundo, e para descansar.
Mas quando enfim chegámos ao aeroporto de Auckland, aconteceu o inferno. Fomos obrigados a permanecer mais de duas horas com os agentes da polícia neozelandesa da emigração, que nos abriram e nos revistaram minuciosamente a mala e os sacos que levávamos, numa atitude repressiva que nos provocou tal ira e tal rancor que estivemos na iminência de ser preso.
Perguntavam-nos repetidamente se levávamos comida, como se pela nossa cara não se visse perfeitamente que éramos um turista civilizado e não um emigrante mafioso ou um contrabandista qualquer. Mas enfim, só o inferno da religião católica é que é eterno, este inferno neozelandês até acabou com pedidos de desculpa, e muito sinceramente nós lamentamos que a Nova Zelândia, um país tão acolhedor, com habitantes tão simpáticos, tenha uma polícia destas.
Apesar de ser a maior cidade da Nova Zelândia, Auckland é uma cidade relativamente pequena, pois tem pouco mais de um milhão de habitantes. É uma cidade muito bonita, com muitas colinas, mas não se compara à cidade que visitámos em seguida, já em solo australiano, a cidade de Sydney, que nós desde já consideramos uma das cidades mais belas do mundo.
Então a sua principal baía, a Sydney Cove, com o seu espantoso edifício da ópera, com a sua lindíssima ponte e com os fabulosos edifícios que enquadram a sua formosa enseada, é realmente uma obra-prima do homem e da natureza. Mas Sydney, que é uma cidade com quatro milhões de habitantes, tem outras encantadoras enseadas, é uma gigantesca Veneza plantada no hemisfério sul, um enorme aglomerado urbano, beijado, acariciado e penetrado pelo mar.
Em seguida voámos para Cairns, uma pequena cidade no nordeste da Austrália, a cerca de três mil quilómetros de Sydney, onde visitámos o maior recife de coral do mundo e um dos cinco mais belos lugares da terra, a Rainforest. São realmente sítios maravilhosos, especialmente a Rainforest, que nós percorremos de comboio, de teleférico e num longo passeio de uma hora a pé, no meio do chilrear das aves e da sinfonia de verdes de uma natureza exuberantemente tropical.
Depois de uma semana na Austrália, voámos para Bali, na Indonésia, onde durante cinco dias estivemos instalado num luxuoso hotel de praia, a trabalhar para o bronze e a nadar. E ainda estivemos na capital de Bali, Denpasar, onde visitámos os locais em que tiveram lugar alguns ataques terroristas.
A penúltima etapa da nossa longa viagem foi Jakarta, capital da Indonésia. Depois seguiu-se Phuket, na Tailândia, onde estivemos oito dias no ano passado e onde voltámos a ir este ano, para a praia do Hotel Le Meridien, a pedido de algumas garotas nossas amigas. Mas voltando a Jakarta, esta é uma cidade enorme, moderna e fascinante, com doze milhões de habitantes. Ficámos alojado no centro da cidade, num dos melhores hotéis de Jakarta, o Mandarin Oriental.
Jakarta é o nome actual de uma importante cidade que no século XVI se chamava Batavia. E os navegadores portugueses foram os primeiros europeus a desembarcar no seu porto. Tudo isto é conhecido, os guias turísticos falam de Portugal com muito carinho e nós sentimos em Batavia, que hoje é o nome do bairro histórico de Jakarta, uma forte presença de Portugal.
A Indonésia tem muitas ilhas com nomes portugueses, como é o caso das Flores, das Malucas, de Papua e ainda de Timor, cuja parte leste é hoje um país independente. Nós fomos muito acarinhado durante a semana em que lá estivemos e hoje podemos dizer que amamos tanto a Indonésia como amamos a nossa pátria.
Conhecemos muitas pessoas com nomes portugueses (Dimas, Marcelo, etc.) e as miúdas do restaurante do Hotel Mercure Sanur Resort, em Bali, que nos viam todos os dias nadar mais de meia hora na piscina em frente do restaurante, até nos baptizaram com o nome indonésio de Guti Garani, que significa the Strong Rock, o Forte Rocha.


A FABULOUS JOURNEY TO MALAYSIA,
NEW ZEALAND, AUSTRALIA,
INDONESIA AND THAILAND

In the last holiday period of 2005 we went on the longest journey of our lives through this world. We wanted to go to a country that is placed in the antipodes of Iberian Peninsula, New Zealand, which is precisely the country that has similar latitude to our in the south hemisphere.
In non-scientific terms, this means that New Zealand inhabitants walk upside down in comparison to the inhabitants of Iberian Peninsula. Curiously, when these lands where discovered, in Europe everyone thought that New Zealand inhabitants had the feet upside down, and this is the meaning of the word antipode.
And we really went there. The journey between Lisbon and Auckland takes 27 hours, only in flight time. That’s why we decided to stop-over in Kuala Lumpur, to get to know the capital of Malaysia and its Twin Towers, the two tallest buildings of the world, and to rest.
When finally we arrived to the Auckland airport, the problems started. We were forced to wait more than two hours with elements of the New Zealand police for emigration, which opened our bags and checked everything. We felt so bad with the situation, that we were almost arrested.
They kept asking us whether we were carrying food, as they could not see that we were tourist and not some sort of thief. But fortunately everything ended well, and they apologised to us. It’s hard to believe that a hospitable country as New Zealand, as also this kind of police.
Although the biggest city of New Zealand, Auckland it’s not a very big city, because it has more or less one million inhabitants. It is a very beautiful city, with lots of hills. But this is nothing in comparison to the city that we visited after. Already in Australia we reached Sydney, that we consider one of the beautifier cities of the world.
Its main bay Sydney Cove, with its splendorous opera building, its beautiful bridge and its magnificent buildings, is really a work of art of men and nature. Sydney it’s a city with 4 million inhabitants, it has charming inlets, it’s a giant Venice in the south hemisphere, an enormous city blessed by the sea.
Next we flied to Cairns, a little city in northeast of Australia three thousand kilometres away from Sydney, were we visited the biggest reef of choral of the world and one of the five more beautiful places of the world, the Rainforest. They are really wonderful places specially the Rainforest, which we travelled across by train, cable car and by foot, with the birds singing to us in the middle of an exuberant tropical nature.
After a week in Australia we flied to Bali, in Indonesia, where we spent five days in a five star hotel enjoying the sun and swimming. We were also in Bali’s capital, Denpasar, where we visited the places where some terrorist attacks took place.
One of the last stages of our journey was Jakarta, the capital of Indonesia. After that, Phuket, in Thailand where we spent 8 days in the last year and where we went again this year to the beach of Le Meridian Hotel, because some of our friends asked. But speaking of Jakarta again, this is an enormous city, modern and fascinating with 12 million inhabitants. We stayed in one of the best hotels of Jakarta, the Mandarin Oriental.
Jakarta is the actual name of one important city that in the XVI century was called Batavia, and the Portuguese navigators were the first Europeans to disembark in their port. Everyone knows this, and the guides talk about Portugal with care, and we feel in Batavia, that nowadays is the name of a neighbourhood of Jakarta, a strong Portuguese presence.
Indonesia has a lot of islands with Portuguese names, such as “Flores”, “Malucas”, “Papua” and “Timor”. We were really well received during the week that we where there. And we can say that we love Indonesia so much as our own patria.
We met a lot of people with Portuguese names (Dimas, Marcelo, etc.) and the women of the restaurant from the Hotel Mercure Sanur Resort, in Bali, that used to see us swimming everyday more that half an hour in the swimming pool even baptized us with the indonesian name Guti Garani, the Strong Rock. (Rocha means Rock in portuguese).

ITINERÁRIO

AGÊNCIA ABREU
Programa especial para : Sr. Dr. António Rocha


ROCHA/ANTONIOMR

KL 1692 04NOV LISBOA/AMSTERDAO P.05H50 C.10H00
KL 4103 04NOV AMSTERDAO/KUALA LUMPUR P.12H00 #C.06H55(5 Nov.)

Transfer de chegada

New World Hotel Kuala Lumpur
01 single com pequeno almoço

Transfer de saída

KL 4223 07NOV KUALA LUMPUR/AUKLAND P.21H10 #C.12H10(8 Nov.)

Transfer de chegada

Heritage Hotel
01 single só alojamento

Transfer de saída

QF 190 10NOV AUKLAND/SYDNEY P.135H0 C.15H10

Transfer de chegada

The Grace Hotel
01 single só alojamento

Transfer de saída

QF 926 13NOV SYDNEY/CAIRNS P.13H25 C.15H30

Transfer de chegada

The Oásis Resort
01 single só alojamento

Transfer de saída

AO 7950 16NOV CAIRNS/SYDNEY P.06H10 C.10H00

AO 7829 16NOV SYDNEY/DEMPASAR – BALI P.11H15 C.14H10

Transfer de chegada

Hotel Mercure Sanur Resort
01 single com pequeno almoço

Transfer de saída

GA 411 20NOV DEMPASAR - BALI/JAKARTA P.14H00 C.14H40

Transfer de chegada

Hotel Mandarin Oriental
01 single com pequeno almoço

Transfer de saída

SQ 153 23NOV JAKARTA/SINGAPURA P.09H40 C.12H15
SQ 5054 23NOV SINGAPURA/PUKET P.13H20 C.14H05

Transfer de chegada

Hotel Meridien Puket
01 single com pequeno almoço

Transfer de saída

TG 212 26NOV PUKET/BANGKOK P.17H55 C.19H20
KL 878 26NOV BANGKOK/AMSTERDAO P.23H30 C.05H35(27Nov.)
KL 1693 27NOV AMSTERAO/LISBOA P.10H20 C.12H20
ANO DE 2005


Preço…………………………………………………. € 5.900

5/20/2014

VIAGEM À CHINA

CHINA


Mapa da China - China Map


Mapa a China - China Map
CHINA
CAPITAL - PEQUIM (BEIJING)
ÁREA - 9.500.000 KMS. QUADRADOS
POPULAÇÃO - 1 BILIÃO E
300 MILHÕESDE HABITANTES
LÍNGUA OFICIAL - MANDARIM
MOEDA - YUAN
DISTÂNCIA LISBOA - PEQUIM - 9700 KMS.
DISTÂNCIA HONG KONG - LISBOA - 11.150 KMS.

PEQUIM



Em Pequim, no Templo de Confúcio
In Pequing, in the Confucius Temple


Em Pequim. na Praça Tiananmen
In Pequing, in the Tiananmen Square


Em Pequim, na Cidade Proibida
In Pequing, in the Forbiden City


Em Pequim, no Palácio de Verão
In Pequing, in the Summer Palace


No Palácio de Verão - In the Summer Palace


Em Pequim, no Templo do Céu
In Pequing, in the Temple of the Sky

Na Grande Muralha da China
In the Great Wall of China

Na Grande Muralha da China
In the Great Wall of China


XIAN




Em Xian, no Pagode do Ganso Selvagem
In Xian, in the Wild Goose Pagode

Em Xian. no Museu dos
Gerreiros de Terrcota
In Xian, in the Museum of the
Terra Cotta Warriors

Em Xian - In Xian


Em Xian - In Xian


XANGAI




Em Xangai, no bairro antigo
In Xangai, in the old quarter


Em Xangai, no bairro antigo
In Xangai, in the old quarter

GUILIN



Em Guilin, num cruzeiro no Rio Li,
com o Júlio e com o Júnior
In Guilin, in a cruise in the River Li
with Júlio and Júnior

Em Gulin, n coloina da tromba do elefante
In Guilin, in the hill of the elephant trunk

Em Guilin, com o Júnior
In Guilin, with Júnior

Em Guilin - In Guilin

Em Guilin - In Guilin



CANTÃO




Em Cantão - In Canton


Em Cantão - In Canton



HONG KONG



Em Hong Kong - In Hong Kong


Em Hong Kong - In Hong Komg


Em Hong Kong - In Hong Kong


Em Hong Kong - In Hong Kong
Em Hong Kong - In Hong Kong




UMA VIAGEM MARAVILHOSA
À NOVA CHINA
DO CAPITALISMO E DO PROGRESSO

Quando decidimos visitar a China nós não pensávamos que pudesse haver, por exemplo, turismo sexual, embora encapotado, na China. É que a China de Mao Tsé-Tung, da revolução cultural e do massacre de Tiananmen não nos parecia um país compatível com a liberdade sexual que é uma característica fundamental dos países livres do mundo.
Mas essa China rígida, fechada, severa e ditatorial que levávamos na cabeça já não existe. A China que nós visitámos é uma nação que abandonou há alguns anos o modelo falhado e ancilosado do marxismo, na sua versão maoista, e que caminha, embora lentamente, para a democracia. Hoje os chineses mais ricos podem comprar carros e andares de luxo, podem optar por universidades e por hospitais privados e podem deslocar-se livremente no país ou saírem para o estrangeiro.
Quanto ao mundo do trabalho, a máxima marxista de salário igual para trabalho igual já não se aplica na China. Os trabalhadores são remunerados segundo as suas qualificações. Um bom executivo pode ganhar cinquenta vezes mais do que um trabalhador normal. Isto quer dizer que os altos salários e a ostentação da riqueza já não são sinais negativos, importados do imperialismo e do capitalismo, pois a China assume-se hoje como um país de economia de mercado.
É certo que o mausoléu de Mao Tsé-Tung ainda ocupa um lugar destacado na Praça Tiananmen e continua inclusivamente a ser visitado por milhares de pessoas. É certo também que a maior parte do dinheiro em papel que circula na China traz a efígie do fundador da república popular. Mas isto é apenas folclore. A China de hoje nada tem a ver com a China de um passado recente.
Mas debrucemo-nos sobre Pequim, a primeira cidade onde estivemos e onde visitámos um dos maiores, dos mais belos e dos mais perfeitos complexos urbanísticos do mundo, a Cidade Proibida, hoje transformada em museu. E também percorremos o imponente e monumental espaço da Praça Tiananmen, a maior praça do mundo. E também passeámos a pé e de barco pelas áleas frondosas e pelo refrescante lago do Palácio de Verão dos imperadores de antanho. E ainda visitámos a Grande Muralha da China, num troço que fica a setenta quilómetros de Pequim.
A seguir visitámos Xian, antiga capital da China, com umas imponentes muralhas e com uma espantosa biblioteca, cuja parte exterior tem a forma de um livro aberto. É muito perto desta cidade que se encontra o belíssimo Pagode do Ganso Selvagem e também o celebérrimo Museu dos Guerreiros de Terracota, constituído por centenas de esculturas em tamanho natural, em que não há dois guerreiros com rostos iguais, num conjunto realmente espectacular. Estes guerreiros de terracota, mais aqueles guerreiros vivos que eram mortos e enterrados aquando do falecimento do imperador, destinavam-se a defender o túmulo imperial dos ataques dos inimigos.
A Xian seguiu-se Xangai, uma descomunal cidade que na sua parte moderna lembra Nova Iorque e que tem mesmo ruas na sua down town que são um festival de luz à noite e que portanto evocam instintivamente a Broadway. Mas quando penetramos no Bairro Antigo de Xangai temos a sensação de recuar no tempo e de chegar à Xangai dos filmes antigos filmados na grande metrópole chinesa.
É como se de repente saíssemos da grande cidade do presente e transpuséssemos os umbrais do oriente mais profundo. Com as suas ruas estreitas, com os seus prédios de cornijas salientes polvilhando as ruas com os seus tons vermelhos e acastanhados, e com um jardim tipicamente chinês no seu interior, o Bairro Antigo de Xangai é muito belo porque é totalmente oriental.
A seguir a Xangai visitámos Guilin. Guilin é uma cidade pequena, com seiscentos mil habitantes, mas é uma cidade muito simpática e muito bonita. Tem um rio maravilhoso, o Rio Li, e tem colinas lindíssimas a pontuarem a paisagem. É a cidade verde da China, pois as colinas que a rodeiam são todas verdejantes. É um paraíso para os ambientalistas e também para os turistas, pois as pessoas são muito amáveis e o cruzeiro no Rio Li é um cruzeiro fabuloso.
De Guilin voámos para Cantão (Guangzhou em mandarim), uma cidade enorme com cerca de dez milhões de habitantes. Cantão é uma cidade muito importante, tanto no aspecto económico como no aspecto cultural. No que a este último aspecto concerne, cumpre salientar que foi desta cidade e da sua região que irradiou a segunda língua mais falada na China, o cantonês. Esta língua é tão importante que a capital da China é mais conhecida no estrangeiro pelo seu nome em cantonês (Pequim) do que pelo seu nome em mandarim (Beijing). Resta esclarecer que o mandarim é a língua oficial chinesa.
A última cidade que visitámos foi Hong Kong, uma belíssima cidade, espalhada por inúmeras ilhas, qual Nova Iorque do oriente, regurgitando de luz, de cor e de movimento. É certo que Hong Kong não é uma cidade tão exótica como são outras cidades chinesas. 0s ingleses saíram de lá há pouco tempo e ainda se nota que lá estiveram.
Aliás, regista-se uma forte influência do ocidente no que concerne à arquitectura e ao urbanismo, com a presença dos melhores arquitectos ocidentais. E daí advém uma fascinante panóplia de edifícios ultramodernos, entre os quais cumpre destacar Banco da China, do arquitecto sino-americano J. M. Pei, e o edifício HSBC, do grande arquitecto Norman Foster, que dão a Hong Kong um perfil urbanístico muito peculiar.
É que em Hong Kong o estilo ultramoderno dos grandes arranha-céus convive sem atritos com as casas do velho estilo colonial e ainda com os belíssimos pagodes chineses, tão característicos desta grande nação. Com efeito, os mosteiros chineses, com as suas estátuas de Buda e com os verdejantes e refrescantes jardins à sua volta, são outros dos atractivos desta grande cidade. E nós gostámos especialmente do belo pagode que é o mosteiro de Po Lin, na ilha de Lantau, e da gigantesca estátua de Buda, que fica mesmo em frente do mosteiro e à qual se chega subindo 260 degraus.
O imponente Buda de vinte e tal metros de altura está sentado numa enorme flor de lótus, que é o símbolo budista da pureza. Este majestoso conjunto escultórico é de certo modo uma imagem da nova China que viemos descobrir na nossa viagem, a nova China do grande turismo, das grandes cidades, do capitalismo, do progresso, da tolerância e da abertura à democracia.


TEXTO EM INGLÊSA WONDERFUL TRIP
TO THE NEW CHINA
OF CAPITALISM AND PROGRESS

When we decided to visit China we didn’t think that there was, for example, sexual tourism, although under cover, in China. Because we didn’t think that the China of Mao Tsé-Tung, of Cultural Revolution and of the massacre of Tiananmen, could be compatible with the sexual freedom that is a characteristic from the free countries of the world.
But that strict, closed, severe and dictatorial China that we had in mind, no longer exists. The China that we visited it’s a nation that left several years ago the failed model of Marxism in its Maoist version, and walks, though slowly, to democracy. Nowadays the richer Chinese can buy cars and luxury houses, they can go to private universities and hospitals, and they can freely move around the country, or go out of it.
In work world, the Marxism maxim of equal salary to equal work does not applies to China anymore. A good executive worker can receive fifty times more than a regular worker. This means that the high salaries and the richness ostentation are no longer negative signs imported from imperialism and capitalism, because China assumes itself as an economy market country.
It’s true that the mausoleum of Mao Tsé-Tung still occupies an outstanding place in the Tiananmen Square and it keeps being visited for million of people. It’s also true that the main part of the money that circulates in China brings the effigy of the founder of the popular republic. But this is just show of. Nowadays China has nothing to do with the China from a recent past.
But let’s talk about Peking, the first city where we were and where we visited one of the biggest, the beautifier and one of the more perfect town planning complex of the world, the Forbidden City, today turned into a museum. We were on the monumental Tiananmen Square, the biggest square in the world, we went for a walk on the lake of the summer palace of the emperors, and we also visited the Great Wall of China in a piece seventy kilometres far from Peking.
Next we visited Xian, the old capital of China, with some impressing walls and an amazing library that has the shape of an open book on the outside. It’s near to this city that we can find the beautiful Wild Goose Pagoda and also the so well known museum of Terra Cotta Warriors, that has hundreds of sculptures in natural size, where every warrior has a different face. These terracotta warriors plus those that were buried when the emperor died were intended for the defence of the imperial tomb from the enemies.
To Xian followed Shangai, an enormous city that on its modern part looks like New York, and has also streets on the downtown that at night are full of light like Broadway. But when we enter in the Old Quarter of Shangai, we have the felling of going back in time until Shangai of the old movies.
It’s like suddenly we left the big city of the present and went to the deepest orient, with narrow streets and buildings in red and brown, and with a typical Chinese garden on the inside. The old Shangai neighbourhood is very beautiful because is completely oriental.
Next to Shangai we visited Guilin. Guilin is a small city with six hundred and thousand inhabitants, but it’s a very nice and beautiful city. It has a wonderful river, river Li, and gorgeous hills. It’s Chinas green city, because the hills are all green. It’s a paradise for the environmentalists and for the tourists, because everyone is very nice, and the cruise in river Li is fabulous.
From Guilin we flied to Canton (Guangzhou in mandarin), a giant city with nearly ten million inhabitants. Canton is a very important city as economically as cultural. It was from this city that cantonese, the second most spoken language, spread. This language is so important that China’s capital is better knowned in cantonese (Peking) than in mandarin (Beijing), the official language.
The last city we visited was Hong Kong, a stunning city spread by several islands with lots of colour, shine and movement. However, Hong Kong is not as exotic as the others Chinese cities, because we can notice the influence that the British people left there. We can see a strong east influence at several levels, and with the presence of the most knowned architects that we can see in seldom buildings, such as China bank, from the architect J. M. Pei, and the HSBC building by Norman Foster.
In Hong Kong the ultramodern stile of the big skyscrapers does not interfere with the houses of the old colonial stile and with the gorgeous Chinese pagodas, so typical of this big nation. The Chinese monasteries with their Buda statues and fresh and green gardens around them are all part of this city attractive. The ones we liked the most were the monastery of Po Lin, in Lantau Island, and the giant statue of Buda that is placed in front of the monastery and that we can reach by going up 260 steps.
This magnificent Buda with more than 20 meters high is seated on a big lotus flower which is the Buddhist symbol for purity. This big sculpture is some how an image of the new China we found in our journey, the new China of the big tourism, the big cities, of capitalism, of progress, of tolerance and of democracy.

DATA DA VIAGEM - JULHO DE 2004

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