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Viagens-pelo-Mundo

3/03/2015

ARISTIDES DE SOUSA MENDES - O CÔNSUL DE BORDÉUS

3/02/2015

ARISTIDES DE SOUSA MENDES NO PANTEÃO NACIONAL



AGORA QUE A ASSEBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA JÁ APROVOU A IDA DE EUSÉBIO PARA O PANTEÃO NACIONAL, ONDE ESTÃO OS GRANDES VULTOS DA HISTÓIA E DA CULTURA PRTUGUESA, INCUINDO A GRANDE AMÁLIA RODRIGUES, IMPÕE-SE TAMBÉM A IDA DE ARISTIDES DE SOUSA MENDES PARA O PANTEÃO NACIONAL, POIS ESTE HOMEM COM H GRNDE QUE DESAFIOU O DITADOR SALAZAR PARA SALVAR MIHARES DE JUDEUS QUE FUGIAM DA FRANÇA OCUPADA PARA ESCAPAR  AOS NAZIS E À MORTE DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. FOI UM HOMEM BOM E UM HERÓI E NESSA QUALIDADE JÁ DEVIA HÁ MUITO TEMPO ESTAR NO PANTEÃO NACIONAL.
ANTÓNIO ROCHA
 Aristides de Sousa Mendes
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Aristides de Sousa Mendes

Nome completo
Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches
Conhecido(a) por
Salvar as vidas de mais de 30 000 refugiados que buscam escapar do terror nazi durante a Segunda Guerra Mundial.
Nascimento
Morte
3 de abril de 1954 (68 anos)
Lisboa, Portugal






Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches GCCOL (Carregal do Sal, Cabanas de Viriato, 19 de Julho de 1885Lisboa, 3 de Abril de 1954) foi um cônsul Portugues.
Cônsul de Portugal em Bordéus no ano da invasão da França pela Alemanha Nazi na Segunda Guerra Mundial, Sousa Mendes desafiou ordens expressas do ditador António de Oliveira Salazar que acumulava a função de ministro dos Negócios Estrangeiros, e durante cinco dias concedeu milhares vistos de entrada em Portugal a refugiados de várias nacionalidades que desejavam fugir da França em 1940.
Por muitos considerado um herói, Aristides de Sousa Mendes terá salvado dezenas de milhares de pessoas do Holocausto. Chamado de "o Schindler português", Sousa Mendes também teve a sua lista e salvou a vida de milhares de pessoas, das quais cerca de 10 mil judeus.1 .

2/27/2015

ÓSCARES 2015. LISTA COMPLETA DOS GALARDOADOS



Melhor Filme

"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)", de Alejandro González Iñárritu
Melhor Realizador
Alejandro González Iñárritu - "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
Melhor Ator
Eddie Redmayne - "A Teoria de Tudo"
Melhor Atriz
Julianne Moore - "O Meu Nome é Alice"
Melhor Ator Secundário
J. K. Simmons - " Whiplash - Nos Limites"
Melhor Atriz Secundária
Patricia Arquette - "Boyhood: Momentos de Uma Vida"
Melhor Filme Estrangeiro
"Ida", de Pawel Pawlikowski (Polónia)
Melhor Filme de Animação
"Big Hero 6 - Os Novos Heróis", de Don Hall, Chris Williams e Roy Conli
Melhor Documentário
"Citizen Four", de Laura Poitras
Melhor Curta-Metragem
"The Phone Call", de Mat Kirkby e James Lucas
Melhor Curta Documental
"Crisis Hotline: Veterans Press 1", de Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry
Melhor Curta-Metragem de Animação
"Feast", de Patrick Osborne e Kristina Reed
Melhor Argumento Original
"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" - Alejandro G. Iñarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo
Melhor Argumento Adaptado
"O Jogo da Imitação" - Graham Moore
Melhor Canção Original
"Glory", do filme "Selma - A Marcha da Liberdade" (John Stephens e Lonnie Lynn)
Melhor Banda Sonora Original
"Grand Budapest Hotel" - Alexandre Desplat
Melhor Cenografia
"Grand Budapest Hotel" - Adam Stockhausen e Anna Pinnock
Melhor Fotografia
"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" - Emmanuel Lubezki
Melhores Efeitos Visuais
"Interstellar" - Paul Franklin, Andrew Lockley, Ian Hunter e Scott Fisher
Melhor Montagem
"Whiplash - Nos Limites" - Tom Cross
Melhor Edição de Som
"Sniper Americano" - Alan Robert Murray e Bub Asman
Melhor Mistura de Som
"Whiplash - Nos Limites" - Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley
Melhor Guarda-Roupa
"Grand Budapest Hotel" - Milena Canonero
Melhor Caracterização
"Grande Budapest Hotel" - Frances Hannone e Mark Coulier

2/06/2015

VIAGEM À TAILÂNDIA, AO VIETNAME, A MACAU, ÀS FILIPINAS E À INDONÉSIA

Mapa de Phuket- Phuket map

Mapa das Filipinas - Philippines nap
CAPITAISTAILÂNDIA – BANGKOK
VIETNAME – HANÓI
MACAU – MACAU
FILIPINAS – MANILA
INDONÉSIA – JAKARTA

MOEDASTAILÂNDIA – BAHT
VIETNAME – DONG
MACAU – PATACA
FILIPINAS – PESO
INDONÉSIA - RUPIA


Na Tailândia, em Patong,
com as garotas das massagens
In Thailand, in Patong,
with the massage girls.

Em Patng - In Patong


Em Patong - In Patong

Em Phuket, na praia de Patong
In Phuket, in the Patong beach


Em Hanói, com uma vietmanita
In Hanoi, with a local girl
Em Hanói, com o guia
In Hanoi, with the guide
No Vietname, em Ha Long Bay
In Vietnam, in Ha Long Bay

Em Ha Long Bay - In Ha Long Bay

Em Ha Long Bay - In Ha Long Bay

Em Ha Long Bay - In Ha Long Bay


Em Ha Long Bay - In Ha Long Bay


Em Hanói, no templo de Cunfúcio
In Hanoi, in the Confucius temple

No templo de Confúcio
In the Confucius temple
Em Hanói - In Hanoi


Em Hanói - In Hanoi


Na velha Hanói - In the old Hanoi


Em Hanói, con um amigo sul-coreano
In Hanóui, with a South-Korean friend

Em Hanói, num passeio de rickshaw
In Hanoi, in a rickshaw stroll


Em Macau, com a estátua da deusa Á Má
In Macau, with the statue of Á Má

Em Macau, no templo da deusa Á Má
In Macau, in the temple of Á Má

Em Macau, com um amigo filipino
In Macau, with a Phillipino friend


Em Macau, nas ruínas
da Igrejade S. Paulo
In Macu, in the ruins
of the S. Paulo Church


Em Macau, na Fortaleza do Monte
In Macau, in the Fortaleza do Monte


Numa rua de Macau, à noite
In a street of Macau, at night
Numa rua de Macau, à noite
In a street of Macau, at night
Nas Filipinas, em Manila, na velha cidade espanhola
In Phillippines, in Manila, in the old spanjsh city
Em Manila, na velha cidade espanhola
In Manila, in the old Spanish city
Em Manila, na velha cidade espanhola
In Manila, in the old Spanish Manila
Na catedral de Manila
In the Cathedral of Manila
Na Indonéria, em Bali, no resort do hotel
In Indonesia, in Bali, in the resort of the hotel
Em Bali, com Nani - In Bali, with Nani Em Bali, com Adi - In Bali, with Adi


Em Bali, com Nani - In Bali, with Nani

UMA VIAGEM DE SONHO À TAILÂNDIA
AO VIETNAME, A MACAU,
ÀS FILIPINAS E À INDONÉSIA
Aproveitando o último período de férias do ano de 2007, fizemos uma viagem de sonho a vários países do oriente. Começámos por Phuket, na Tailândia, onde estivemos pele terceira vez. Desta vez ficámos no centro da cidade turística de Patong, no Hotel Patong Resort, pois o Hotel Le Meridien, onde nos hospedámos nos dois anos anteriores, não tinha quartos disponíveis na altura.
Patong é uma cidade turística que não só recuperou completamente dos enormes danos causados pelo tsunami, como se desenvolveu imenso. As suas ruas à noite estão profusamente iluminadas, com lojas do comércio, cafés, bares, restaurantes e com enormes discotecas.
Visitámos algumas discotecas e constatámos que nelas havia muitas garotas e muita animação. Patong, que no ano passado só tinha uma discoteca, tem agora cinco novas discotecas, novos bares e novos restaurantes. Patong está a desenvolver-se freneticamente e é hoje um dos lugares turísticos mais apetecidos do mundo.
Tem uma praia maravilhosa, tem óptimos hotéis e restaurantes, tem muitas casas de massagens e tem uma animação nocturna absolutamente excepcional. Um italiano que há dezanove anos passa as suas férias em Patong disse-nos estar verdadeiramente espantado com o desenvolvimento de Patong, especialmente nos últimos anos.
A seguir a Phuket, voámos para Hanói, no Vietname, onde estivemos dois dias completos. O principal objectivo da nossa visita a Hanói era conhecer a baía de Ha Long, que é considerada um dos cinco lugares mais belos do mundo. Nós fizemos portanto o percurso até Ha Long Bay a partir de Hanói, que fica a cento e sessenta quilómetros de Ha Long Bay.
Em Ha Long Bay fizemos um cruzeiro, tendo ocasião nesse cruzeiro de apreciar a espectacular paisagem da baía, com as suas inúmeras ilhas-colinas plantadas sobre o mar. O barco avançava lentamente por entre as formações rochosas, que de mais perto se via que eram todas verdejantes. O deslumbrante cruzeiro na baía de Ha Long terminou com a visita a duas grutas, a Heaven Cave e a gruta em que foi rodada uma sequência do filme 007, O Amanhã Nunca Morre.
No dia seguinte fizemos o city tour da capital do Vietname, tendo visitado a velha Hanói e o templo de Confúcio e tendo assistido a um espectáculo no Water Puppet Theatre. Hanói não é uma cidade muito bonita. Algumas das suas ruas têm os passeios degradados e cheios de lixo. Quanto ao trânsito, maioritariamente constituido por motocicletas, é verdadeiramente caótico. E nós tivemos uma divertida experiência da balbúrdia do trânsito, pois a primeira parte do nosso city tour foi feita na motocicleta do nosso guia.
Hanói é hoje uma cidade com uma grande quantidade de turistas, graças à proximidade de Ha Long Bay, mas evidentemente que não é uma cidade tão bonita como é Saigão. Mas tal como em Saigão, os hotéis de cinco estrelas de Hanói são fabulosos e têm dancings com garotas para atrair os turistas. À semelhança do governo da China, o governo comunista do Vietname já abandonou o marxismo e aposta agora no turismo, no capitalismo e no progresso. E a língua estrangeira ensinada nas escolas é o inglês e não o russo ou o chinês.
A etapa seguinte da nossa viagem foi Macau, que é uma cidade que durante o dia é muito bonita e que à noite é um festival de luz e de cor. Macau é hoje uma cidade muito importante, pois tem trinta e dois casinos e por isso mesmo é considerada a Las Vegas do oriente. Nós visitámos um dos seus casinos mais importantes, o Casino Lisboa, e ficámos espantados com o luxo das suas salas de jogo. Também visitámos o templo da deusa Á Má, que está na origem do nome de Macau.
Em Macau pagam-se poucos impostos e a saúde e o ensino são gratuitos, pois ao governo quase que bastam as receitas do jogo para equilibrar as finanças. Em Macau visitámos as ruínas da Igreja de São Paulo e o Fortaleza do Monte, incluídas no centro histórico, que é património mundial da humanidade da UNESCO. E ainda passámos por outros sítios ligados a Portugal.
Mas é evidente que Portugal está a desaparecer de Macau. Aliás, não encontrámos ninguém em Macau a falar português. Nem sequer ouvimos a nossa língua num restaurante português onde jantámos, em que os pratos são portugueses, mas as línguas são o chinês e o inglês.
A seguir visitámos Manila, a capital das Filipinas. Manila tem uma enorme área metropolitana, a Metro Manila, constituída por várias cidades, com um total de vinte e cinco milhões de habitantes. A cidade de Manila não é particularmente bonita e nem sequer é uma típica cidade oriental, pois a maioria esmagadora da população das Filipinas é católica.
Os lugares mais interessantes de Manila são a baía de Manila e a cidade antiga fortificada de Manila, a chamada cidade intramuros, com vestígios da colonização espanhola e da luta dos filipinos pela independência. Aliás, o nome do país, Filipinas, tem a sua origem no rei Filipe II de Espanha, que também foi rei de Portugal.
Para terminar esta viagem de sonho ao oriente, estivemos sete dias na ilha paradisíaca de Bali, na Indonésia, noHotel Santika Beach, em Kuta, a trabalhar para o bronze, a nadar e a fazer longas caminhadas nas deslumbrantes praias de Kuta. Chegava enfim ao fim mais uma viagem de sonho por terras do oriente.

TEXTO EM INGLÊS

A WONDERFUL TRIP TO THAILAND,
VIETNAM, MACAU, PHILIPPINES
AND TO INDONESIA

Enjoying the last holiday period of 2006, we went to a marvellous journey to South East countries. Firstly, we visited Phuket, in Thailand, where we have already gone for the third time. This time we stayed in the centre of the tourist town of Patong, in the Patong Resort Hotel, therefore the Le Meridien Hotel, where we stayed in the two previous years, did not have available rooms at the time.
Patong is a tourist town that not only recovered completely from the enormous damages because of tsunami as it has truly developed since then. Its streets at night are luxuriously illuminated, with all the commercial stores, coffees, bars, restaurants and with enormous discotheques.
We visited some discotheques and we noticed that there were many girls and much animation. Last year Patong only had a discotheque, now it has five new ones, new bars and new restaurants. Patong has frenetically developed itself and it is, today, one of the most desirable tourist places of the world.
It has a wonderful beach, excellent hotels and restaurants, many houses of massages and it has an absolutely amazing night life ambiance. A forty year old Italian man, who has spent his holidays in Patong, said to feel truly frightened with the development of Patong, especially along these recent years.
After Phuket we flied to Hanoi, in the Vietnam, in where we have stayed for two days. The main goal of our going to Hanoi was to visit the bay of Ha Long, which is considered one of the five most beautiful places in the world. We made therefore the passage to Ha Long Bay from Hanoi, that is nearly one hundred and sixty kilometres from Ha Long Bay.
In Ha Long Bay we made a cruise, having an opportunity to appreciate the spectacular landscape of the bay, with its innumerable island-hills planted on the sea. The boat went slowly among the rocky formations, that closer all seemed so greenish. The flaring cruise in the bay of Ha Long finished with a visit of two caves, the Heaven Cave and the cave where one of 007 Tomorrow Never Dies film sequence was filmed.
In the following day, we made a tour through the capital of Vietnam, having visited the old Hanoi and the temple of Confucius and having seen a show in the Water Puppet Theatre. Hanoi is not a very pretty city. Some of its streets have the pavements in bad shape and full of garbage. About the traffic, in its majority is based on motorcycles, which is truly chaotic. We had an amusing experience of that unusual and chaotic traffic, therefore the first part of our city tour was made on the motorcycle of our guide.
Today, Hanoi is a city with a great amount of tourists, thanks to the proximity of Ha Long Bay, but evidently that it is not so pretty city as Saigon is. But as in Saigon, the five-star hotels of Hanoi are fabulous and have dancing places with girls to attract the tourists. To the similarity of the government of China, the communist government of the Vietnam has already abandoned the Marxism and take now some chances on the tourism, the capitalism and the progress. The only foreign language taught in schools is English and not Russian nor Chinese.
The following destination of our trip was Macau. That is a city that during the day is very pretty, moreover it seems to be a festival of colour and light at night. Today, Macau is a very important city. It has thirty two casinos therefore it is considered the Las Vegas of the east. We visited one of its most important casinos, the Casino Lisboa, and we were astonished by the luxury of its game rooms. We also visited the temple of the Goddess A Ma, which is in the origin of the name of Macau.
In Macau few taxes are paid and health and education are free, therefore to the government almost the money from the game to balance the finances is enough. In Macau we visited the ruins of the Church of S. Paulo and the Fortress of the Mount, enclosed in the historical centre, which is included in UNESCO’s World Heritage. In addition to this we passed through other places related to Portugal somehow.
However, it is clear that Portugal is losing its presence in Macau. By the way, we did not find anybody speaking Portuguese there, not even in a Portuguese restaurant where we had dinner. The recipes are Portuguese but people only speak Chinese or English.
Our next destination was Manila, the capital of the Philippines. Manila has an enormous metropolitan area, the Metro Manila, consisting of some cities, with a total of twenty five million inhabitants. The city of Manila is not particularly pretty and not even it is a typical eastern city, therefore the great majority of the population of the Philippines is catholic.
The most interesting places in Manila are the bay of Manila and the strengthened old city of Manila, the walled city, with vestiges of the Spanish settling and of the fight of the Philippines for independence. By the way, the name of the country Philippines has its origin in king Fillip II of Spain, who also was king of Portugal.
To finish this journey of dreams to the east, we spent seven days in the paradisiacal island of Bali, Indonesia, at Santika Beach Hotel, in Kuta. We took some splendid sunbaths, we swam and we went to long walks along the flaring beaches of Kuta. At last, our wonderful journey through lands of the east reached the end.

ITINERÁRIO
BERRELHAS TURISMO
Outubro - Novenbro de 2007
Programa para o Dr. António Rocha
1º Dia-22/Outubro -Porto/Frankfurt/Bangkok

LH 4555 -Porto/Frankfurt - Partida 06h30
Chegada 10h05 TG 921- Frankfurt/ Bangkok
Partida 15h05 Chegada 06h40(23Oct)
2º Dia-23 Outubro – Bangkok /Phuket

TG 921 - Partida 08h00 chegada 09h20

Estadia Hotel Patong Rseort de 23/10 a 28/10
em regime APA – 5 noites - 1 Quarto Single
7º Dia-28 de Outubro – Phuket/Bangkok/Hanoi

TG 986 - Phuket/Bangkok - Partida 15h00
chegada 16h25

TG 684 - Bangkok /Hanoi - Partida 17h50
chegada 19h40

Transfer Aeroporto/Hotel/Aeroporto em Hanoi
Estadia Hotel Fortuna de 28/10 a 31/10 – 3 noites
1 quarto single em regime APA
10º Dia- 31 Outubro –Hanoi/Hong Kong

VN 790 - Hanoi/Hong Kong –Partida 11h05
chegada 13h55

Transfer Aeroporto Hong Kong/Cais

Travessia Barco Hong Kong/Macau

Transfer Cais/Hotel/Aeroporto

Estadia Hotel Holiday Inn de 31/10 a 2/11/06- 2 noites

12º Dia-2 Novembro –Macau/Manila

PR 840 – Macau/Manila Partida 12h15 chegada 14h25
Transfer Aeroporto/Hotel/Aeroporto

Estadia Hotel Bayview Park Manila de 2/11 a 5/11/06-3 noites
1 quarto single em regime APA
15º Dia- 5 Novembro –Manila/Singapura/Denpasar

SQ 73 –Manila/Singapura Partida 14h20 chegada 17h50
SQ 148 –Singapura/Denpasar Partida 19h00 chegada 21h30

Estadia Hotel Santika Beach de 5/11 a 12/11/06-7 noites
22º Dia – 12 de Novembro-Denpasar/Bangkok/Frankfurt

TG 432 –Denpasar/Bangkok partida 17h20 chegada 2030

TG 920 – Bangkok/Frankfurt partida 2340 chegada
dia 13 Novembro as 05h30

23º Dia-13 de Novembro- Frankfurt/Porto

LH 4550 Frankfurt/Porto partida 09h45 chegada 11h20
PREÇO: 5000 EUROS

2/04/2015

VIAGEM AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

ESTADOS UNIDOS
DA AMÉRICA
UNITED STATES
OF AMERICA



Mapa dos Estados Unidos - Cidades
United States map - Cities
Mapa dos Estados Unidos - Estados
United States map - States
ESTADOS UNIDOS
DA AMÉRICA

UNITED STATES
OF AMERICA
CAPITAL - WASHINGTON
ÁREA - 96.291.000 KMS
QUADRADOS
POPULAÇÃO - 303.008.000
LÍNGUA - INGLESA
MOEDA - DÓLAR
DISTÂNCIA LISBOA - NOVA IORQUE
5.450 KMS.
VOO LISBOA - NOVA IORQUE
7 HORAS
CALIFÓRNIA E
COSTA LESTE
(EAST COAST)


S. FRANCISCO
S. FRANCISCO
S. FRANCISCO


No Parque Nacionl da Golden Gate

In the National Golden Gate Park



Na baía de S. Francisco, com a Golden Gate,

onde Madeleine se atirou ao mar (Vertigo).
In S. Francisco bay, with the Goldn Gate ,
whre Madeleine fall to the sea (Vertigo)

Na Câmara Municipal
In the City Council

Em S. Francisco - In S. Francisco



MONTEREYMONTEREYMONTEREY


Em Monterey - In Monterey

CARMELCARMELCARMEL


Em Carmel - In Carmel


SANTA BÁRBARA
SANTA BÁRBARA
SANTA BÁRBARA


Em Santa Bárbara - In Santa Barbara
No cais de Santa Bárbara
In the Santa Barbara pier

LOS ANGELES
LOS ANGELESLOS ANGELES

Em Los Angeles - In Los Angeles


Em Los Angeles, no antigo teatro dos Óscares
In Los Angeles, in the old Oscars theatre


HOLLYWOOD
HOLLYWOOD
HOLLYWOOD


Em Hollywood Boulevard,
com o Teatro Chinês
In Hollywood Boulevard,
with the Chinese Theatre


Em Beverly Hills - In Beverly Hills
No Teatro Kodak - In the Kodak Theatre
No Teatro Kodak - In the Kodak Theatre
Nos Estúdios da Universal
In the Universal Sudios


Nos Estúdios da Universal
In the Universal Studios


Nos Estúdios da Universal
In the Universal Studios



VIAJANDO NA CALIFÓRNIA
PELA AMÉRICA MARAVILHOSA

S. Francisco e Los Angeles são as cidades mais importantes que visitei na Califórnia. S. Francisco, onde estive três dias, é uma cidade acolhedora, onde convivem sem qualquer problema milhares de negros e de chineses e onde reside uma comunidade gay de milhares de homossexuais, aceite e reconhecida oficialmente desde 1850.
Eu andei por quase toda a cidade, incluindo a célebre Golden Gate Bridge, o bairro chinês e o bairro gay. Os chineses e os homossexuais eram obrigados a viver nesses bairros antes do Presidente Kennedy os ter libertado dessa revoltante restrição aos seus direitos fundamentais. Devido ao grande número de homossexuais que vivem em S. Francisco, a população desta cidade tem tendência a decrescer .
Em S. Francisco fiquei instalado no Hilton, um hotel de luxo com 46 andares, e comi quase todas as refeições no Restaurante Loris, onde apareciam belíssimas garotas. Mas é preciso ter cuidado, pois em S. Francisco uma grande percentagem de miúdas giras são travestis, embora as garotas não deixem de ser bonitas por serem na realidade rapazes. Em suma, S. Francisco é uma cidade fascinante, com a sua enorme amálgama e confusão de raças e de sexos. Só é pena ser tão fria, com temperaturas de 20 graus em pleno Julho.
Viajei de S. Francisco para Los Angeles num autocarro de luxo. Durante a viagem, de cerca de 800 quilómetros, quase sempre à beira do Oceano Pacífico, com paragem nas belíssimas cidades de Monterey, Carmel, Santa Maria e Santa Bárbara, tomei contacto com a paisagem urbana e rural da Califórnia. Cheguei Los Angeles cerca da 1 hora da tarde e logo fiquei surpreendido com as suas ruas, que são autênticas auto-estradas,Instalei-me num hotel ainda mais luxuoso que o Hilton de San Francisco, o Marriott, que fica situado na down town de Los Angeles, a cidade dos ricos. E já agora convém referir que Los Angeles é constituída por 40 cidades, entre as quais se inclui a cidade que foi a principal razão da mjnha viagem à América, a mítica Hollywood.
E assim, nos três dias que passei em Los Angeles, fui todos os dias a Hollywood, a primeira e a segunde vez em visitas guiadas e a terceira vez fui pelos meus próprios meios, o que é relativamente fácil, pois há metro até lá. O problema é encontrar uma estação, pois os habitantes de Los Angeles a quem perguntei onde ficava a estação mais próxima do meu hotel não sabiam, pois nunca tinham andado de metro, e acabou por ser um sul-americano a indicar-me o caminho. Com efeito, a maior parte dos habitantes de Los Angeles não anda a pé, nem de autocarro, nem de metro. Andam quase todos em carro próprio.
Los Angeles é a cidade em que se vendem mais carros na América e as pessoas que não têm carro são desconsideradas, pois comprar um carro em Los Angeles é fácil e é barato. Com efeito, no metro em que viajei para Hollywood e no autocarro em que viajei para a praia de Santa Mónica só se viam pretos, velhos e chineses. Mas se as pessoas que não têm carro são geralmente desconsideradas nos Estados Unidos, já o mesmo não acontece com os indivíduos solteiros, como é o meu caso.
E assim, numa das visitas guiadas a Hollywood, uns mexicanos que pertenciam ao meu grupo perguntaram-me se a minha condição era de solteiro e como a resposta foi afirmativa lamentaram o facto de viver só. Mas o guia, que tinha ouvido a conversa, interrompeu-a e disse que na América só há uma coisa melhor que ser rico e essa coisa é ser solteiro, de tal maneira que um americano solteiro diz sempre a um americano rico: You are rich, but I am single.
A América é um país a sério, quase imaculado no que toca à higiene, desde as sanitas em que as porcarias se não agarram, pois mantêm permanentemente uma quantidade razoável de água depois da descarga do autoclismo, até aos milhares de empregados da limpeza que vimos nas ruas e nas praças das cidades da América. Os Estados Unidos são realmente um país exemplar no que toca ao ambiente, de tal maneira que nós viajámos no Verão e não vimos uma única mosca.
Quando na porta de embarque do aeroporto de Nova Iorque, minutos antes do início da nossa viagem de regresso a Lisboa, comecei a ouvir quase toda a gente a falar português, fiquei triste com a perspectiva de voltar para o pequenino país onde nasci e onde vivo. E quando o avião aterrou no aeroporto da Portela, os passageiros portugueses até bateram palmas, coisa que eu nunca tinha visto nos aviões das carreiras americanas.
O que me compensou desta manifestação da parolice lusitana foi o facto da hospedeira que me calhou só falar inglês. E quando lhe disse que ela não gostava de mim, pois não me deixava ir com o saco de viagem entre as pernas e obrigava-me constantemente a colocar o saco debaixo do banco da frente, ela ripostou-me com um belo sorriso: I like you very much. You are very nice» E de tal maneira ela se tornou terna e doce a partir desse momento que eu à saída do avião lhe disse: I am wrong, you like me. Infelizmente, tive que ir para a cidade onde vivo, porque senão podia ter iniciado com esta bela hospedeira uma troca íntima de amorosas palavras em língua inglesa e não só.


A MINHA HOLLYWOOD E A MINHA LOS ANGELES
O SEU CINEMA E O SEU FASCÍNIO




O ano de 2003 há-de ficar para sempre na minha memória como o ano em que pela primeira vez fiz a peregrinação à Meca do cinema, à mítica Hollywood. E digo que fiz essa peregrinação pela primeira vez a Hollywood, porque conto viajar pela América mais vezes, agora que já conheço minimamente o acolhedor povo americano, que me tratou sempre com muito respeito e com muita amizade.
E muito embora tivesse visitado muitas cidades nas minhas deambulações por uma grande parte da nação americana, a verdade é que Hollywood foi a cidade que indiscutivelmente mais me encantou. E o que digo de Hollywood pode alargar-se a todo o conjunto de quarenta cidades que constituem a grande metrópole de Los Angeles. É que o cinema que eu amo e que julgava pertencer só à cidade de Hollywood é afinal um produto de toda a área metropolitana de Los Angeles.
Sim, porque toda a cidade de Los Angeles respira cinema por todos os poros. Fiquei hospedado num hotel de luxo, o Marriott, e a minha suite situava-se na parte da frente do hotel, com vistas para a Figueroa Street, que é uma avenida enorme, uma autêntica auto-estrada. Ora, precisamente numa das transversais da Figueroa Street, a cerca de um quilómetro do Hotel Marriott e muito perto do restaurante onde comi a maior parte das minhas refeições em Los Angeles, estavam a decorrer as filmagens do Homem-Aranha 2 e eu obviamente assisti a elas.
Foram três noites consecutivas em que, depois de jantar na elegante esplanada do restaurante, mes deslocava apenas uns cem metros, para assistir às filmagens.E logo notei que a cidade de Los Angeles sacrifica tudo em prol do cinema. O trânsito que é imenso nessa e noutras avenidas da downtown foi totalmente suspenso nas imediações do local das filmagens e os muitos espectadores que conjuntamente comigo a elas assistiram foram mantidos à distância por simpáticos e correctos polícias americanos.
É que o cinema em Los Angeles está em primeiro lugar. Por isso se pode dizer que é toda a Los Angeles e não só Hollywood que é a cidade do cinema. É certo que na cidade de Hollywood propriamente dita e especialmente no Hollywood Walk of Fame (Hollywood Boulevard), com os nomes das principais estrelas gravados no passeio, o sabor e o cheiro do cinema é muito mais intenso e o meu gozo cinéfilo nessa nave central da sétima arte foi portanto muito maior.
E então quando visitei o Teatro Kodak, onde tem lugar anualmente a cerimónia da distribuição dos óscares, eu senti uma emoção igual àquela que experimento
quando entro nas mais belas catedrais. É que, à semelhança de certos templos, o Teatro Kodak até tem uma monumental cúpula. E eu subi pela imponente escadaria que dá acesso aos andares superiores, tendo-me até deitado no chamado divã do realizador, que se destina à última fase do teste de uma pretendente a actriz.
Supondo que eu era o realizador de um determinado filme e que estava fazer o teste a uma linda e jovem candidata a entrar nesse filme, primeiramente essa candidata teria que fazer provas de dicção, de movimento diante das câmaras, etc., etc. E no fim, como última prova do teste, teria que dormir comigo. Esse é precisamente o sentido irónico do divã onde eu estive deitado, à espera da candidata a actriz, para fazer comigo a última prova, dormir com o realizador, como se pode ver numa das fotografias.
Mas Hollywood não se reduz ao Hollywood Walk of Fame, ao Teatro Kodak ou ao Teatro Chinês, aliás há várias Hollywoods, Hollywood Highland, Hollywood Western, Hollywood Vine, North Hollywood, etc. e vários locais importantes em Hollywood, tais como Beverly Hills, Sunset Boulevard, Universal Studios, etc., etc. Dentre esses locais importantes, cumpre destacar os estúdios da Universal, que são os maiores e que são aliás os únicos que estão aproveitados turisticamente.
Passei lá um dia inteiro, desde as nove da manhã até às nove da noite, visitando tudo o que havia para visitar, desde as cidades dos westerns e dos filmes históricos até ao motel e à casa do filme Psico, de Hitchcock. E também me diverti imenso no Parque Jurássico, onde vi muitos dinossauros ferozes e ameaçadores. E fiz uma viagem alucinante na máquina do tempo, no pavilhão do filme Regresso ao Futuro.
E ainda apanhei uns enormes sustos no pavilhão de A Múmia, sustos que foram compensados com a visita que também fiz ao engraçado pavilhão do meu migo Shrek. Para conseguir ir a todos esses sítios, andei umas vezes num autocarro aberto apropriado e outras vezes utilizei as maiores escadas rolantes do mundo. Enfim tive um grande prazer em visitar os estúdios em que trabalha Steven Spielberg, o maior génio do cinema actual.
Quando o avião levantou voo rumo a Nova Iorque, foi com imensa tristeza que deixei a maravilhosa cidade de Los Angeles. É que esta cidade, que é ao mesmo tempo a cidade do cinema, a cidade das estrelas e a cidade dos anjos, é para mim, que sou cinéfilos e que gosto de estrelas e de anjos, uma das cidades mais belas do mundo e o sítio do planeta onde em toda a minha vida me senti mais feliz. 
 POST SCCRIPTUM: O cinema esteve sempre presente nesta minha visita à Califórnia. Já em S. Francisco me lembrei de um filme de Hitchcock, Os Pássaros, e por isso fui imaginariamente atacado por um bando de agressivas e perigosas aves, enquanto passeava pelas ruas da cidade. E nas minhas viagens de avião de costa a costa, recordava-me dos filmes on the road e tive pena de não ter feito essas viagens à flor do solo.
E em Holywood vivi o cinema intensamente, com a fúria apaixonada de um impetuoso namorado da sétima arte, como se a minha alma fosse feita apenas de cinema. E ainda me lembrei do filme Psico, também de Hitchcock, pois na minha inolvidável visita aos estúdios da Universal passei junto da casa e do motel de Anthony Perkins, mas como gosto muito de miúdas bonitas despidas a tomar banho resolvi não matar nenhuma garota no chuveiro.




WASHINGTON
WASHINGTONWASHINGTON

No Cemitério Nacional de Airlington
In the Airlington National Cemetery
No monumento de Washington
In the Washington monument


No Lincoln Memorial
In the Lincoln Memorial
No cemitério da guerra da Coreia
In the Korean war cemetary


Na casa Branca - In the White House
Na Casa Branca - In the White House


UMA ESTADIA DE SONHO EM NOVA IORQUE E EM WASHINGTON


Hoje vou falar-vos dos quatro dias, passados em Nova Iorque, que é para mim uma das cidades mais belas do mundo, além de ser a capital mundial da arte e da cultura. E assim, logo no transfer entre o aeroporto em New Jersey e o hotel me apercebi, depois de atravessar um túnel  sob o Rio Hudson, da avassaladora monumentalidade dos seus arranha-céus, tão altos que só com dores permanentes nas vértebras cervicais é possível contemplar a sua arquitectura em toda a sua plenitude.
E nem de propósito, muito perto do meu hotel ficava o Empire State Building, um dos edifícios mais altos do mundo, no cimo do qual se desfruta um soberbo panorama sobre a cidade. Com efeito, o hotel em que fiquei, o Hotel Wolcott, está mesmo no centro de Nova Iorque, perto da Broadway e junto à Quinta Avenida, que percorri inúmeras vezes, pois os principais museus, o Metropolitan Museum of Art, um dos melhores museus do mundo, e o Salomon Guggenheim Museum, um óptimo museu de arte moderna e um edifício encantador, situam-se todos nas imediações da Fifth Avenue.
E eu aliás andei a pé sempre que possível para melhor sentir o peso de toda a imensa multidão de Nova-Iorque. E também andei em toda a Manhattan e também em Brooklin nos autocarros abertos da Gray Line. E ainda tive tempo de me lembrar do meu tão querido poeta Garcia Lorca e da sua inspirada descrição poética da cidade de Nova Iorque na Ode a Walt Whitman, enquanto percorria os mesmos sítios cantados em verso pelo genial escritor espanhol.
Andei muito, principalmente em Manhattan, que foi a sede da minha estadia, e fui todas as noites à célebre Time Square e à Broadway, que são um autêntico deslumbramento. Eu pelo menos nunca tinha visto uns lugares tão cheios de luz e tão feéricos, tão cheios de cinemas e de teatros e com tanta gente a passear na rua pela noite adentro.
Também fui num selecto cruzeiro nocturno, com gente muito rica, em iate de luxo, até à Estátua da Liberdade, que como se sabe fica em pleno mar no sul de Manhattan, e enquanto ia dando umas espreitadelas para a cidade de Nova Iorque toda iluminada ao longe, diverti me-me imenso no baile que se seguiu ao jantar a bordo.
Também aproveitei o facto de estar relativamente perto de Washington (350 quilómetros) para passar um dia na capital dos Estados Unidos e visitar os seus principais monumentos, incluindo a Casa Branca, o Capitólio, o Supremo Tribunal, a National Gallery, o Lincoln Memorial e o cemitério de Arlington. Foi uma inesquecível viagem à cidade dos pais da nação americana que com os seus ideais de vida, de liberdade e de busca da felicidade são também os pais da democracia moderna em todo o mundo.






NEW YORK
NEW YORK
NEW YORK

Nas Nações Unidas - In the United Nations
Em Nova Iorque - In New York
Na Broadway - In the Broadway
Em Time Square - In Time Square
Em Time Square - In Time Square
No bus turístico, em Time Square
In the turistic bus, in Time Square


No bus turístico, na 5ª avenida
In the turistic bus, in the 5th avenue


No bus turístico - In the turistic bus
No Battery parc - In the Battery parc
No poro de Nova Iorque
In the New York port


Num cruzeiro para a Liberty e a Ellis island
In a cruise to liberty and Ellis island


Num cruzeiro - In a cruise
Com a estátua da Liberdade
With the statue of the Liberty


Com a estátua da Liberdade
With the statue of the Liberty


Num cruzeiro para Ellis island
Ilha da imigração
In a cruise to Ellis island
Immigration Island
Num cruzeiro, em Ellis island
In a cruise, in Ellis island


No Harlem, na Rua 125ª
In Harlem, in the 125th Steet


Na Rua 125ª - In the 125th Street

Na Rua 125ª - In the 125th Street

No Museu de Arte Moderna
In the Museum of Modern Art


No Museu de Arte Moderna
In the Museum of Modern Art


UM MEMORÁVEL MUSICAL NA BROADWAY
NUMA MÁGICA VISITA A NOVA IORQUE
Aproveitei o feriado religioso do dia 26 de Maio para fazermos um fim-de-semana alargado e assim passei cinco dias em Nova Iorque. Já tinha estado em Nova Iorque numa outra visita que fiz aos Estados Unidos da América, que incluiu também as cidades californianas de São Francisco , Monterey, Carmel, Santa Bárbara e Los Angeles.
Nesta viagem, porém, o meu propósito era assistir a um espectáculo num dos teatros da Broadway e também visitar o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, o celebérrimo MoMA, pois na minha visita anterior aos Estados Unidos o Museu de Arte Moderna tinha mudado para Queens, onde funcionou durante bastante tempo numa garagem, em instalações provisórias, enquanto duraram as obras no seu edifício original, situado na 53th Street, perto da Quinta Avenida.
Também aproveitei ara conhecer melhor a cidade de Nova Iorque, percorrendo toda a sua área metropolitana nos excelentes autocarros de dois andares, abertos no andar de cima, da Gray Line Sightseeing Tours. E foi assim que desta vez não me limitei à área central de Nova Iorque, entre a zona do Empire State Building e a zona do Central Park, onde se situam o Metropolitan Museum of Art e o Solomon Guggenheim Museum.
Desta vez, com efeito, percorri a ilha de Manhattan no sentido norte-sul, rumo à downtown, e nesta conformidade fui até ao extremo sul da ilha, em Buttery Park, passando por Greenwich Village, pelo SoHo, por Little Italy, por Chinatown e pelo World Trade Center, onde me associei à sentida homenagem que o guia fez às vítimas do ataque terrorista de 11 de Setembro.
Nesta incursão pela downtown, também fui a Brooklyn e também fiz um cruzeiro, a partir do Battery Park, para a ilha onde se situa a Estátua da Liberdade, a Liberty island, e também para outra ilha, a Ellis Island, onde antigamente os emigrantes tinham que regularizar a sua situação, antes entrarem no porto de Nova Iorque.
Também fiz no dia seguinte um tour em sentido contrário, pela uptown Manhattan, atravessando de autocarro todo o Central Park até ao mítico bairro negro do Harlem, onde parei para almoçar e onde percorri a pé, durante duas horas, os seus sítios mais característicos. Tive alguns problemas, pois os negros que estavam nos passeios da movimentada 125th Street, onde se situa o emblemático Teatro Apollo, não queriam que tirasse fotografias, tendo mesmo uns vendedores ambulantes negros o descaramento de nos dizer: «no pictures here».
O ambiente que encontrei no Harlem é muito semelhante ao dos filmes de Spike Lee, mas eu consegui desarmar os pretos mais arrogantes com a minha boa educação e com o meu civismo e acabei por tirar as fotografias que pretendia.
Aproveitei o facto de o autocarro que me trouxe de volta do Harlem para a midtown passar muito perto do Museu de Arte Moderna para descer na paragem mais próxima. O museu tem excelentes colecções de arte moderna e contemporânea, que vão desde os pintores impressionistas até aos artistas pop americanos da segunde metade do século XX. O remodelado edifício em que funciona agora o museu, inaugurado em 8 de Novembro de 2004, é um belo e moderno espaço, desenhado pelo arquitecto Yoshio Taniguchi.
Quanto ao espectáculo a que assisti, o musical Chicago, é um musical com a assinatura do genial coreógrafo Bob Fosse. O excelente filme, vencedor de muitos óscares, que foi extraído da peça da Broadway, despertou-nos o interesse para ver o espectáculo teatral.
O teatro onde a peça é representada, o Ambassador Theatre, fica na 49th Street, muito perto de Time Square. É um velho e venerável teatro, com enormes dimensões e com vários mezaninos e com uma inclinação tão acentuada que as cabeças dos espectadores da última fila quase tocam no tecto.
Mas o teatro não só é descomunal na sua enorme plateia como tem igualmente um palco enorme. O que é curioso é que a orquestra não actua num fosso, em frente do palco, como é normal nos antigos teatros. Os músicos da orquestra actuam em pleno palco, onde também representam os actores. Curioso foi também constatar que muitas senhoras vão ao teatro com vestidos de noite,apropriados, como era usual no início do século passado.
Quanto ao musical propriamente dito, resta-nos acrescentar que é um espectáculo memorável, tanto do ponto de vista musical propriamente dito como do ponto de vista das partes faladas, notando-se inclusivamente na peça da Broadway uma harmonia mais conseguida do que no filme entre o enredo propriamente dito e os números musicais. Vencedor de seis Tony Awards, incluindo o de best musical revival, Chicago foi incontestavelmente o mais mágico de todos os momentos mágicos desta nossa mágica visita a Nova Iorque.



O GRANDE POEMA A NOVA IORQUE
E AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

ODE A WALT WHITMAN

(AUTOR: GARCIA LORCA)



Pelo East River e pelo Bronx
os rapazes cantavam mostrando as cinturas.
Com a roda, o óleo, o coiro e o martelo
noventa mil mineiros arrancavam a prata das rochas
e os garotos desenhavam escadas e perspectivas.
II
Porém nenhum adormecia,
nenhum queria ser rio,
nenhum amava as grandes folhas,
nenhum, a língua azul da praia.
III
Pelo East River e pelo Queensborough
os rapazes lutavam com a indústria,
os judeus vendiam ao fauno do rio
a rosa da circuncisão
e o céu desembocava por pontes e telhados
manadas de bisontes empurradas pelo vento.

IV

Porém nenhum se detinha,
nenhum queria ser nuvem,
nenhum procurava os fetos
nem a roda do tamboril.

V

Quando a lua nascer,
as polés rodarão para turvar o céu;
Um limite de agulhas cercará a memória
e ataúdes serão levados aos que não trabalham.

VI

Nova Iorque de lama,
Nova Iorque de arame e de morte:
Que anjo levas oculto na tua face?
Que voz perfeita dirá as verdades do trigo,
o sonho terrível das tuas anémonas manchadas?



VII


Nem um só momento, velho e formoso Walt Whitman,
deixei de olhar a tua barba cheia de borboletas,
os teus ombros de bombazina gastos pela lua,
as tuas coxas de Apolo virginal,
a tua voz como coluna de cinza;
ancião formoso como a bruma,
que gemias como um pássaro
com o sexo atravessado por uma agulha.
Inimigo do sátiro.
Inimigo da vide
e amante dos corpos ocultos por tecidos grosseiros.

VIII


Nem um só momento, formosura viril,
que em montes de carvão, vias-férreas e anúncios,
sonhavas ser um rio e dormir como um rio
com aquele camarada que poria no teu peito
uma pequena dor de ignorante leopardo.


IX



Nem um só momento, Adão de sangue, Macho,
homem sozinho no mar, velho e formoso Walt Whitma,
porque nas esplanadas,
agrupados nos bares,
saindo em cachos das sargetas,
tremendo entre as pernas dos chauffeursou
girando nas plataformas do absinto,
os maricas, Walt Whitman, apontam-te.

X


Também esse! Também! E despenham-se
na tua barba luminosa e casta,
loiros do Norte, negros das areias,
multidões de gritos e ademanes,
como os gatos e as serpentes,
os maricas, Walt Whitman, os maricas
turvos de lágrimas, carne para chicote,
bota ou mordedura de domadores.

XI



Também esse! Também! Dedos pintados
apontam a margem do teu sonho,
quando o amigo come a tua maçã
com um leve sabor a gasolina,
e o sol canta nos umbigos
dos rapazes que brincam sob as pontes.



XII



Mas tu não procuravas olhos arranhados
nem o pântano sombrio onde afogam os garotos,
nem a saliva gelada,
nem as curvas feridas como panças de sapos
que levam os maricas em carros às esplanadas
enquanto os fustiga a lua pelas esquinas do terror.



XIII



Tu procuravas um nu que fosse como um rio.
Toiro e sonho que junte a roda à alga,
pai de tua agonia, camélia da rua morte
e gemesse nas chamas do teu Equador oculto.

XIV


Porque é justo que o homem não procure o prazer
na selva de sangue da manhã mais próxima.
O céu tem praias onde evitar a vida
e há corpos que não devem repetir-se na Aurora.



XV


Agonia, agonia, sonho, fermento e sonho.
Assim é o mundo, amigo, agonia, agonia.
Apodrecem os mortos sob o relógio das cidades,
passa a guerra chorando com um milhão de ratas cinzentas,
os ricos dão às suas amantes
pequenos moribundos iluminados,
e a Vida não é nobre, nem boa, nem sagrada.


XVI


Pode o homem, se quiser, conduzir o desejo
por veia de coral ou nu celeste;
amanhã todo o amor será rocha, e o Tempo
a brisa que chega adormecida pelos ramos.

XVII


Por isso não ergo a minha voz, velho Walt Whitman,
contra o garoto que escreve
um nome de menina na sua almofada,
nem contra o jovem que se veste de noiva
na penumbra da sua alcova,
nem contra os solitários dos casinos
que bebem com nojo a água da prostituição,
nem contra os homens de olhar verde
que amam outro homem queimando os lábios em silêncio.
Mas sim contra vós, maricas das cidades,
de carne apodrecida e pensamento imundo.
Mães de lodo. Harpias. Inimigos sem o sonho
do Amor que reparte grinaldas de alegria.



XVIII


Contra vós sempre, que aos rapazes dais
gotas de suja morte com veneno amargo.



XIX


Sempre contra vós,
Faeries da América,
Pájaros de Havana,
Jotos do México,
Sarasas de Cádis,
Apios de Sevilha,
Cancos de Madrid,
Floras de Alicante,
Adelaides de Portugal.

XX


Maricas de todo o mundo, assassinos de pombas!
Escravos da mulher, cadelas de seus toucadores,
abertos nas praças com febre de leque
ou emboscados em hirtas paisagens de cicuta.


XXI


Não haja trégua! A morte
irrompe dos vossos olhos
e junta flores de cinza na margem do lodo.
Não haja tréguas! Alerta!
Que os confundidos, os puros,
os clássicos, os predestinados, os suplicantes
vos fechem as portas da bacanal.


XXII


E tu, belo Walt Whitman, dorme nas margens do Hudson
com a barba virada ao pólo e as mãos abertas.
Argila branca ou neve, a tua língua chama
Camaradas que velem tua gazela sem corpo.

XIII


Dorme, não fica nada.
Uma dança de muros agita as pradarias
e a América afoga-se em máquinas e pranto.
Quero que o ar forte da noite mais profunda
tire flores e letras do arco onde dormes
e um garoto negro anuncie aos brancos do oiro
a chegada do reino das espigas.

Tradução de Eugénio de Andrade

HOTÉIS

S: FRANCISCO - HILTON HOTEL
SANTA MARIA - SANTA MARIA INN
LOS ANGELES - MARRIOTT HOTEL
NOVA IORQUE - WALCOTT HOTEL

Primeira viagem (Califórnia) - Julho de 2003
Segunda viagem (Nova Iorque e Washington) - Maio de 2005

GUIAS
MÁRIO - S. FRANCISCO
FERNANDO - LOS ANGELES
RUBEN - WASHINGTON

DISTÂNCIA LISBOA - NOVA IORQUE - 5450 KMS.

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